Quarta-feira, 2 de Julho de 2008
Inovação e Imagem Gráfica

 

A inovação é um ponto fundamental hoje em dia não só porque quanto mais inovador é o produto/serviço mais lucro tem mas sim porque muda facilmente a vida das pessoas.
 O consumidor é a principal causa da inovação, nos dias que correm um produto/serviço necessita obrigatoriamente de ser diferente em todas as suas características, assim torna-se algo novo no mercado e o consumidor observa esse mesmo como algo aliciante.
 Imitar um produto/serviço para se tornar mais um no mercado não é o bastante, os consumidores precisam e exigem produtos/serviços novos, com funcionalidades/características inovadoras e tecnológicas e assim sendo o volume de vendas também aumenta.
 Obviamente a inovação nem sempre é favorável existem produtos/serviços que não chamam tanto à atenção por mais inovador que seja.
 
Um ponto essencial é também a questão do design gráfico de um logótipo, embalagem, flyer, entre outros, pois um pequeno erro pode ser crasso no vasto mercado que nos encontramos.
Todos os produtos/serviços deveriam ser criados com base numa linha de ideias gráficas que falem por si só, ou seja, um logótipo que evidencie o que irá ser colocado do mercado.
Tudo inserido e estudado num Manual de Normas, exemplificando:
 
·        Falar sobre o logótipo principal;
·        Dimensões do logótipo, pois numa folha timbrada a dimensão pode variar conforme a exposição da mesma;
·        Restrições do logo, ou seja, não colocar fundos ou degradé’s que possam por em risco a visualização do mesmo;
·        Folha de rosto/papel de carta, envelope, cartões-de-visita e suas dimensões;
·        Entre outras.
 
Factores essenciais para que a parte gráfica funcione sempre da mesma forma sem haver oscilações. Tudo tem de ser estudado ao seu minucioso pormenor, um erro numa cor ou em uma linha pode distorcer toda a comunicação prestada até mesmo se aquele produto/serviço seja de boa qualidade.
 
 

Ana Patricia Dias Brito



publicado por ideiasenegocios às 15:47
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Terça-feira, 17 de Junho de 2008
Mulheres Empreendedoras

 

Segundo pesquisas, a força principal do empreendedorismo vem das mulheres. Segundo dados estatísticos, 30% dos novos empresários no mundo, são formados por mulheres.
 
Há vários factores que contribuem para a presença da mulher de forma tão significativa neste contexto. As mulheres estão a começar a valorizar as suas capacidades de forma mais ampla, redescobrindo seu potencial e com isso procurando suas realizações. Elas saíram do seu casulo para a felicidade de todos.

As mulheres têm uma grande capacidade de satisfazer as necessidades emocionais dos que com ela trabalham. O resultado disso, é uma forma equilibrada e harmoniosa de alcançar o seu próprio crescimento, reflectindo-se nos serviços prestados. A necessidade de poder, para as mulheres está relacionada ao grau de influência que elas exercem no ambiente onde trabalham e não no tamanho da sala, nas regalias, tamanho da equipa, tamanho do salário, etc.

Relacionamos outras características que contribuem para o empreendedorismo feminino:

1. INTENSIDADE: Em tudo que fazem, elas se dedicam integralmente. O campo de visão da mulher por mais amplo que seja, sabe ser restrito. Este facto, passa para quem está interagindo com ela a sensação de que a comunicação não é virtual, ao contrário, está acontecendo em tempo real. A intensidade também está nos sentimentos que passa.

2. Afectividade: Sabe como ninguém ser afectuosa e guerreira, gentil e exigente.

3. Aptidão para a Negociação: Sabe apresentar as ideias levando em conta prazos e orçamentos.

4. Humildade: Valoriza as ideias dos outros, e sabe dizer "não sei fazer tal actividade" e pede ajuda - mostrando-se pronta para aprender.

5. Responsabilidade: Cumprimento de prazos, prometendo o que poderá cumprir.

6. Boa Disposição: Sua necessidade de comunicação oral impulsiona boa disposição e boas histórias. Ela sempre tem um comentário a mais por fazer. Isto torna o ambiente mais leve.

7. Excelente ouvinte: Apesar de falar muito, também sabe ouvir e compreende com mais facilidade as necessidades dos outros. Ela sabe como dar um tempo aos outros e também para si.

8. Importância ao Auto conhecimento: Por ser extremamente assertiva a mulher analisa constantemente suas habilidades e dificuldades.

9. Organização: Começo, meio e fim, esta é a sequência e a dinâmica das suas acções.

10. Flexibilidade: Por sua necessidade constante em cumprir vários papéis
(dona de casa, mãe, esposa, profissional, etc.) desenvolveu a capacidade de adaptação as mais variadas situações.
Enfim, a mulher empreendedora se motiva principalmente pela procura da realização e por consequência, a felicidade. Eis porque ela esta despontando em tantos sectores empresariais. Seu sucesso é tão evidente por uma simples questão, a felicidade é chegar ao seu limite de competência para melhorar sua vida e a dos outros.

A FELICIDADE ATRAI AS MAIORES VITÓRIAS.
 
 
 
Gustavo Wiesel

 



publicado por ideiasenegocios às 15:41
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Sexta-feira, 6 de Junho de 2008
Federação das Associações de Mulheres Empresárias

 

 

 Um sonho tornado realidade…

 

 

O sonho nasceu no início de 1997 e, até à constituição desta federação, muito trabalho foi realizado por um conjunto de pessoas que acreditam profundamente que o futuro das mulheres empresárias passa pela inter-ajuda e pela troca de experiências entre os países onde estão sediadas as várias associações.

 

Ana Bela Pereira da Silva é a presidente da Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias, associação que detém, actualmente, a presidência da federação.

 

Dos objectivos desta federação, o principal é a ajuda, no terreno, às mulheres empresárias. Na prática, são muitas as dificuldades com que as mulheres empresárias se deparam, nomeadamente quando as actividades requerem deslocações e outras actividades que envolvam processos burocráticos.

 

A FAME e as suas associações prestam apoio às empresárias preparando agendas de contactos, reuniões e as formalidades necessárias às suas deslocações. Está também nos planos desta federação a concertação, com os governos de cada um dos países, de uma política de transportes que proporcione um real incentivo para os negócios, com uma prática de preços competitivos e concorrenciais, bem como a criação de um "Visto/Passaporte de Empresária".

 

Em conferência de imprensa, com a presença das representantes das associações congéneres de São Tomé e Príncipe e Moçambique e a aguardar a chegada das representantes da Guiné e Angola, Ana Bela Silva afirmou que o primeiro grande momento desta federação se deu em 98 com o I Encontro das Mulheres Empresárias, cujas conclusões recomendaram a criação de uma federação. No II Encontro estiveram reunidas todas as associações e foi realizado todo o trabalho para a formalização da federação.

 

São vários os projectos em agenda, mas para já as reuniões de trabalho visam a discussão de uma política concertada de transportes aéreos, uma questão que, segundo Ana Bela Silva, é muito polémica por ser também muito política. "Nós vamos tentar concertar uma política que seja o mais eficiente e eficaz possível. É lógico que não é fácil, até porque existem já uma serie de outros acordos e constrições à circulação das pessoas. Existem países que têm passado por guerras bem complicadas. (...) É uma questão de difícil resolução, mas não é uma questão de resolução impossível (...) Nós não queremos que as pessoas venham residir para Portugal, nós só queremos que haja uma livre circulação, principalmente para as responsáveis pelas micro-empresas, que são aquelas pessoas que ainda não têm os contactos que facilitam esse tipo de burocracias".

 

Ana Bela Silva afirmou estar apta a negociar a responsabilização das várias associações pela deslocação das suas associadas, nomeadamente daquelas que têm uma vida empresarial estável e que oferecem garantias de permanência nos respectivos países de origem.

 

Um princípio auspicioso, para um conjunto de mulheres que podem servir de exemplo a muitas outras "lutadoras", expressão utilizada pela representante de Moçambique para definir as mulheres na sua generalidade.

 

Fonte: www.mulherportuguesa.pt

 



publicado por ideiasenegocios às 16:32
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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008
Prós e Contras de trabalhar em Casa

Por opção pessoal ou porque assim lhe foi solicitado, a verdade é que agora você é uma daquelas pessoas que renunciou á confusão do local de trabalho, pelo conforto da sua casa. Lar, doce lar!

 

Prevê-se que num futuro não muito longínquo sejam já muitas as pessoas que montam o seu próprio escritório em casa. Na mordomia do lar é a própria pessoa que controla e gere o seu trabalho, as horas a que começa e termina o trabalho, desde que assegure que naquela determinada data o trabalho está concluído. Lógico que para ficar em casa, comodamente a trabalhar, necessita estar sempre em contacto com os restantes colegas para que a comunicação dos serviços a realizar esteja a ser assegurado. Isto implica que tenha que ter consigo a uma tecnologia mediana para estar sempre em contacto com o mundo.

 

Se ao trabalhar individualmente, ou por conta própria, as coisas estão mais facilitadas, isso não implica que não tenha que possuir um equipamento igualmente sofisticado para garantir a rapidez e êxito do trabalho Hoje, mais do que nunca, qualquer empresário necessita estar sempre a par de tudo aquilo que acontece, não só em Portugal como também ao cimo de toda a superfície do planeta Terra. Assim, trabalhar em casa implica gastar uma quantia avantajada para garantir a execução do trabalho que antigamente fazia no escritório, mas que agora realiza em sua casa.

 

Todavia, e apesar de ter que abrir os cordões à bolsa para trabalhar em casa, embora em muitos casos as máquinas necessárias sejam as que já possuía antigamente, apenas com algumas remodelações, a verdade é que feitas as contas, ao fim de alguns meses, você constatará que gastou menos dinheiro em alimentação, combustível, desgastou menos o carro, em filas intermináveis, ou poupou uma quantia considerável de dinheiro em transportes públicos. Evitou chatices, o stress matinal, e não há dúvida de que a sua disposição anda em alta por já não ter que aturar aquele colega que não suportava. O conforto do seu lar tem-lhe feito bem, e o silêncio que cria ao seu redor enquanto trabalha dá-lhe outro ânimo.

 

Todavia, há pessoas que apenas conseguem trabalhar sob o efeito de stress, no meio da confusão, dos telefones a tocar, do barulho das impressoras. Para estas pessoas trabalhar em casa torna-se um verdadeiro tédio, além do facto de que não consegue acordar a horas normais para começar a trabalhar, os miúdos não a deixam concentrar-se, e não consegue deixar de evitar de atacar o frigorífico de hora a hora Decididamente, prefere apanhar trânsito, estar no meio da confusão, renunciando o seu lar enquanto escritório particular. Além do mais, estaria isolada, sem conviver minimamente com os colegas de trabalho, facto que não consegue suportar. Trabalhar, só em grupo e com pessoas à volta! Acredite que são muitas as pessoas que pensam desta forma!

 

No entanto, há pessoas que têm a opção de trabalhar em casa, enquanto que a outras é lhes imposta, de imediato, essa condição. Se é uma das pessoas que optou por trabalhar em casa ou que, simplesmente, se viu obrigada a tal, convém ter em mente que também em casa é necessário haver certas regras para trabalhar. Por exemplo, os horários! Não trabalhe mais do que as horas que habitualmente trabalharia no escritório, pois isso far-lhe-á mal. Estipule você mesma horários: se quiser começar a trabalhar às 9, 10 ou 11 da manhã, isso compete-lhe a si decidir, desde que garanta que as restantes horas de trabalho são compensadas. Esqueça que tem ali um frigorífico recheado de coisas boas. Se estivesse no seu local de trabalho também não poderia estar de hora a hora a ir ao café, pois não? Então esqueça esse "pequeno pormenor", e nada de pequenos lanches!

 

Concentre-se no trabalho que tem entre mãos como quiser! Pode ouvir uma música suave enquanto trabalha, ter a televisão ligada, ou estar em silêncio total. Aqui, é você quem decide! Nunca se esqueça que lá por estar em casa não significa que possa fazer diariamente almoços de 2 horas e 30 minutos, ou que o interrompa sistematicamente para andar a fazer coisas da lide doméstica. Enquanto está a trabalhar é só isso que vai fazer, porque senão a sua concentração e raciocínio não serão completos. Abstraia-se do resto e dedique-se ao que tem entre mãos! Não se esqueça que a única coisa que mudou foi o local de trabalho, pois as regras, conteúdos, parâmetros e exigências continuam a ser exactamente os mesmos, embora agora estejam a ser regidos por si.

 

Se trabalhar em casa, seja tão exigente consigo como era enquanto trabalhava lá no escritório! Assegure-se de que o facto de trabalhar fora do local convencional não vai fazer com que se sinta desleixada ou, de alguma forma, preguiçosa. E, para não deixar atrasar o trabalho, não se distraia com o telefone que não pára de tocar, com as crianças que querem ir à rua, ou com uma amiga sua que acha pertinente ir todas as tardes visitá-la. Explique a todos os que a rodeiam que não quer, nem pode, ser incomodada, pois precisa de trabalhar!

 

O espaço que cria em torno do local de trabalho é algo que tem a ver com o gosto pessoal de cada um. Opte por um local com muita luz solar, de cores claras, limpo, organizado, arrumado, e que transmita bastante conforto e harmonia. Preparada para trabalhar em casa? Óptimo, pois neste caso os prós vencem os contras em larga escala, mas é preciso que se saiba impor e ser bastante responsável!

 

Fonte: www.mulherportuguesa.com



publicado por ideiasenegocios às 16:46
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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Mulheres com Duplo Trabalho

As mulheres de hoje em dia são autênticas Super-Mulheres. Para além do seu emprego, ainda têm que cuidar da casa e dos filhos.

 

Nos dias que correm as mulheres têm vindo a desenvolver um trabalho de verdadeiras Super-Mulheres. Conquistada que está a liberdade feminina, as mulheres acabaram por acumular ainda mais tarefas e funções em vez de se sentirem aliviadas. Com dois trabalhos, o do lar e o do emprego, ao fim do mês apenas recebem os honorários por um deles e pouco mais do que isso.
 
As mulheres conquistaram um papel na nossa sociedade actual, lutando contra princípios antigos e leis que previam a sua permanência no lar a tempo inteiro. Hoje, a mulher sai de casa bem cedo, embora antes prepare o pequeno almoço para as crianças, vestindo-as e, algumas vezes, levando-as ainda para o colégio, encaminhando-se depois para o seu «segundo» local de trabalho, o qual lhe confere honorários no final do mês.
Ao fim da tarde, regressa a casa, passa pelo colégio para levar os filhos, faz o jantar para a família, arruma a casa, e ainda tem que ter tempo para dar atenção a toda a família. Qual dos dois trabalhos o mais desgastante? Partindo do princípio que ambos lhe dão prazer, o esforço acaba por ser secundário, mas a recompensa monetária apenas lhe é dada por um deles.
 
Lógico que o lado emocional de ver a família feliz também conta bastante para a estabilidade pessoal, mas colocando a situação em termos monetários a recompensa devia ser, indiscutivelmente, superior. Se muitas pessoas julgam que o trabalho doméstico de uma mulher, tenha ou não outro emprego, não deve ser recompensável, então porque é que as empregadas domésticas recebem por essa função? A verdade é que quando se trata de arrumar a casa de que somos proprietários não se recebe, mas quando a situação é oposta o valor financeiro já é verificável.
 

Para quem julga que a dona de casa não tem que receber, basta fazer as contas de quanto poupa ao fim do mês por não ter ao seu serviço uma empregada para realizar essa função. Depois de feitas as contas, certamente já constatou que os euros que poupa são consideráveis e que é muito mais cómodo ter alguém da casa a fazer esse papel. O problema aqui é que o homem também trabalha fora e, tal como a mulher, também não lhe sobra muito tempo para dedicar ao lar. Todavia, a mulher, ainda que também trabalhando fora, desempenha ambas as funções.
 
Porém, também é verdade que muitos homens já vão ajudando as mulheres nas tarefas do lar, embora o grupo de homens que o faça seja muito inferior àquele que seria de esperar. Isto prende-se com o facto de muitos homens julgarem que o trabalho doméstico não tem qualquer importância e que, por esse facto, não vale a pena ser remunerado. O homem ganha salários superiores à mulher, embora esta acabe por ter um duplo trabalho, sendo apenas um deles remunerado.
 
Esta é uma situação para a qual não se prevêm grandes modificações, embora todos tenham a perfeita convicção de que o núcleo feminino da nossa sociedade é um grupo de Super-Mulheres. Os homens quando não estão a trabalhar andam com os amigos a ver jogos de futebol, a beber uns copos, a ver mais uns quantos jogos de futebol e a beber, novamente, mais copos.
 
Ainda que as mulheres tenham conseguido um papel relevante na sociedade e alcançado muitos dos seus direitos, não há dúvida que muita coisa terá que mudar para se atingir a tão desejada igualdade entre sexos. Afinal, parece que o Super Homem só existe mesmo nos filmes, mas as Super Mulheres estão mais vivas e reais que nunca!

 

 

Fonte: www.mulherportuguesa.com



publicado por ideiasenegocios às 15:40
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